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domingo, 5 de junho de 2011

perdão pela falta de tempo

é que não vejo graça em passar aqui na pressa, escrever sem pensar, qualquer coisa, jogar. não, não vejo graça, pra isso tenho outros meios. mas hoje deu aquela vontade de escrever, por conta própria, uma história qualquer. e aí lembrei de você, de como me faz bem essa sensação de colocar em palavras qualquer coisa de dentro. e vou nessa até terminar, essa não deve ficar muito grande, apenas um conto, nascido de um tema de narração. não preciso estudar narração, fuvest não pede isso. AH! e se pedisse. provavelmente iria tão bem quanto ou melhor ainda que na prova específica. que seja, enjoei de dissertativas, não consigo fazer uma há duas semanas e fico chateada cada vez mais... queria uma luz, queria um retorno de todo esse esforço mas continuo tão frágil perto de um exercício de exatas. preciso fazer mais exercícios. preciso de paz. vou encontrar isso passando as tardes num cursinho? talvez seja melhor. nunca quis tanto saber dirigir na vida. horário de pico é suicídio. estou cansada antes da semana começar, e lá vamos nós...

me sinto numa maré de saudade, saudade de tanta coisa. saudade de quase tudo. fico ainda mais feliz de te ter, assim. pelo menos disso eu não preciso sentir saudade. digo, de nossos dias. porque saudades suas eu sinto o tempo todo, e como. mas creio que seria muito pior sentir saudade de sentir saudades suas sabendo que logo menos poderia saciá-la com você.

e só pra não levarem esse post como um sinal de que estou péssima e preciso de tratamento, saibam que não aguento a fofura dos primos que tenho, que tenho a coleção completa da Mafalda e paguei barato demais pra algo que já custou mais de 200 reais, e que no meio de tudo isso eu sempre tenho tudo que preciso; família, e ele. ♥

é o que eu preciso e quero, sempre.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Eu queria, então, finalmente

um post alegre e descontraído, sobre teatro ou algum circo. Mas até o desocontraído, quando a alma fica presa em questões, sai um tanto... Irônico, não é?


O que me fez lembrar uma das melhores falas que eu já vi em filme, dita por Rorschach.

Blake understood. Humans are savage in nature. No matter how much you try to dress it up, to disguise it. Blake saw society's true face. Chose to be a parody of it, a joke. 


E então, o que me faz chorar toda santa vez:


I heard a joke once. Man goes to doctor, says he's depressed. Life seems harsh and cruel. Says he feels all alone in a threatening world. Doctor says "Treatment is simple. The great clown, Pagliacci, is in town. Go see him. That should pick you up". Man bursts into tears. "But doctor", he says, "I am Pagliacci." Good joke. Everybody laughs. Roll on snare drum. Curtains.


Watchmen - Alan Moore.

O ponto aqui é só a primeira parte, apesar da última fazer o meu coração em frangalhos, enquanto a primeira só me arranca um suspiro revoltado.

Vou pular pro que vem me perseguindo em mente, e no final comento sobre O Comediante.

Hoje, ou ontem, ou durante alguns dos delírios recentes por causa da minha pré-sinusite, me veio a frase feita, em tom revoltado, que de boca fechada ouvi minha voz gritar: "O mundo seria perfeito se as pessoas se respeitassem completamente!"
E não seria? Primeiro vieram as afirmações óbvias, é claro,
"Se todo mundo fizesse aos outros apenas o que faria a si mesmo, o mundo estaria lindo e feliz!"

Tirando as exceções, é claro, tipo os que se drogam, os que fumam, os que cometem suicídio... E ai pensei: Olha a ideia indo por água a baixo... Mas será que as pessoas se drogariam, se matariam, se fossem respeitadas? Se vivessem num ambiente justo e feliz?

E isso é possível, realmente??

Então cheguei na parte do suspira, que é aquela do Pois é, o mundo não é assim, e você não vai viver pra vê-lo assim, Roberta. E você é uma das poucas pessoas que vive assim. Conforme-se. Você vai levar as pedras na cabeça, sempre, de todo mundo. Porque a maioria nem vai ver o que está fazendo. Você vai tentar mostrar pra eles como é ruim ouvir alguém que mal te conhecer falar asneira de você, e eles não vão perceber, e vão continuar com a vidinha medíocre que precisa te diminuir pra ser feliz. Não que isso importe, você sabe do que é feita, e costumava ser engraçado ver te julgarem tão errado. 


Ainda é, sim, só que um pouco mais... triste. De a ver a limitação humana, se acham tão únicos e esquecem que o mundo tem BILHÕOOOES de pessoas. Não tem como só você gostar daquela banda, não tem como só você ser fã de verdade daquela série de livros... E, o mais assustador, deve ter mais umas mil pessoas com os mesmos gostos que você. É o meio. O meio influência muito, demais. Cada um se adequa de um jeito. Eu mesma tenho provas conhecidas. Luísa Granato, quase não acrescentávamos nada uma a outra, porque gostávamos das mesmas coisas. Então comprávamos livros diferentes e indicávamos os bons uma pra outra, que era certeira a aprovação. Mas enfim. Pode acreditar em algo, gostos não definem nada, somos tremendamente diferentes.

Até mesmo Luísa e eu.


Você, Roberta, vai virar o mundo do avesso e acabar com a gravidade para que nunca mais faça alguém chorar pelo mesmo motivo, enquanto os mesmos pelo qual você se desdobrou vão te bater de novo e de novo com o mesmo soco, sem perceber. E se perceberem? Tá. Mas não pense que vai deixar de apanhar de novo, mesmo que te jurem o mundo.


Você, e só você, faz esse tipo de coisa. Matar a gravidade? Por um motivinho besta e sem sentido? Pff. Dane-se como você se sente sobre isso! Supere, fortona.


Aliás, dizer que é só você também é muito negativismo e egocentrismo. Tem outros por aí sim, Roberta. E você sabe. E você ri e pensa "Pobre alma, mais um como eu.", e faz do mundo o avesso, só pra saberem como é, uma vez na vida, alguém fazer por eles o que só eles fazem pelos outros. Só não troca palavras sobre, esse tipo de conversa é complexa demais pra sair do pensamento. Então você arrisca o papel, que vira documento do word e... Posta. É isso que você faz, não é com o objetivo de outros lerem, não é na tentativa de impressionar alguém...


Até porque, as vezes, você preferiria não ser assim. Porque você não pode ser... normal? Por que não pode se importar somente com você mesma, porque se abala até com aqueles que não conhece? Porque tenta, tantas vezes, antes de desistir? E "desistir", porque se tivesse desistido mesmo, ainda não sofreria.

E aqui chegamos no Comediante, Blake. Se eu não fosse isso que sou, seria algo muito próximo dele. Quem sabe ainda não chego nesse estágio, não é. Mas eu queria... evitar isso. Por mais que muitas vezes deseje ser mais comum, não conseguiria esquecer a verdadeira face da sociedade, me tornaria... Algo mais triste do que já sou. Ainda tenho a capacidade de ser feliz, ainda consigo isso, sozinha... e com você.

Quando é que vamos esquecer o mundo, juntos?

E só um recado, pra vocês que mal se vêem no espelho, e estão sempre tentando colocar o mundo dos outros abaixo, vocês que mal vêem o que está esfregado no nariz, parem de uma vez por todas de tentar julgar os outros.

Vocês não sabem da metade. Olha que coincidência.

não é sentimento de pena, mas, queria me sentir menos como o Pagliacci da história.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Quem sabe um dia eu aprendo.

Sei lá se dá pra se ofender com o que eu vou escrever abaixo, mas como já estou acostumada a ver todo mundo se ofender com as coisas mais ridículas e menos prováveis de terem sido escritas com a intenção de cutucar alguém - e nisso a geral se entrega, né, seus tolinhos. - já vou dizendo que isso foi escrito ESTRITAMENTE pensado em mim. Sem pegar exemplo de ABSOLUTAMENTE ninguém, sobre NADA. E, na verdade, nem leiam. Eu sei lá porque to postando essa merda.
Seguindo.

Maldito seja se você é do tipo que quando alguém diz pra não fazer, aí é que faz. Fico de consciência tranquila (nova ortografia mandou um beijo) porque eu raramente promovo essa joça de blog, logo, poucos terão o desgosto de VER isso, mas se LEREM, ai o problema não é meu. Não forço ninguém a fazer nada, e quando tento falho tão BEM que sou eu mesma que me faço falhar. Pois é, não fique constrangido em me trair, trair a minha amizade, a minha confiança, e os caralhos. Eu mesma faço isso o tempo todo.

Quem sabe um dia eu aprendo.

Venho de um conflito sobre o certo e o errado. Sempre fui o certo, sempre sofri por isso. Antes muito menos, e aos poucos cheguei no que estou. Não sei definir. Pode parecer exagero, mas pensando em toda vez que eu 'break down' e 'cry', do nada, nos lugares mais aleatórios e nada haver da vida, eu não encontro definição melhor do que cacos. Sim, cacos. Eu sou um montinho de cacos ambulante, olha que divertido.

Não, não é.

E quem vê isso? Bom, minha mãe. E agora eu até concordo com ela sobre me levar numa psicóloga. A primeira vez que ela me obrigou, eu não sabia o que dizer. A vida estava ok, a escola era uma merda mas ok, a vida em casa era uma merda mas ok. Agora talvez eu saiba. É, agora, que a escola é um cursinho - logo, as melhores aulas da vida e tal. -, que o conviver em casa foi aprimorado, e apesar das atritadas, estamos ai, sabendo lidar com tudo... Agora eu tenho coisas na mente, coisas que cresceram nesses míseros 18 anos, coisas que eu entendo... Agora.
E nem entendo tanto assim, por isso seria legal um psicóloga ai. Mas ok.
Aliás, por isso é melhor você não ler, se estiver lendo, pois pare AQUI, e JÁ. Não quero ser responsável pelos distúrbios que esse papo pode causar numa mente despreparada.
É sério.

Eu sei que você vai ler, Marina. Por mais que eu diga NÃO, você vai. Ok ok. Só não pergunte o que aconteceu, porque eu não vou saber responder. Não aconteceu nada. Não pra causar tudo isso, isso foi causado aos poucos, por pequenas e algumas grandes coisas. E eu estou bem. Só estou... Mais frágil do que gosto de pensar que sou. Aliás, mais frágil do que foi toda a vida, frágil demais pra aguentar o que aguentei muitas vezes antes.

Ah, leia Desventuras em Série, a propósito. Você que chegou até aqui, com todas essas coisas doentias que eu disse, e os pedidos de 'Não leia.', 1 - tem o perfil ideal para ser um leitor de Lemony Snicket, 2 - Me conheçe, é meu amigo, me considera e se importa o mínimo pra querer entender o que se passa, 3 - não me conhece, mas se iludiu e se interessou pela baboseira toda, ou 4 - Seu desespero é tão grande em saber da minha vida que você até parou de respirar pra ler o que me destruiu.

Bom, ai vai a bomba. Sou uma filha da mamãe linda tão sortuda que fui abençoada com TANTA força que FRÁGIL, nos meus parâmetros, é provavelmente mais do que você, louco pra ler a desgraça dos outros, é forte. Seguindo.

Ainda tenho o que me faz mas forte. 'nhénhénhé sua família? seu namorado, seu AQUÁRIO no facebook?'. Não, gracinha. Você fala disso como se fosse clichê. Bom, não é. Porque se eu não amasse tanto meu namorado, ele não seria meu namorado. Logo, todos os clichês que saem da minha boca não são nada menos do que o que eu sinto com cada pedacinho do meu corpo. Todas essas coisas, infelizmente, podem sumir de um dia pro outro, por força maior, por destino. Sim, eu amo minha família, amo demais, e eu amo o meu namorado, como jamais vou conseguir amar outra pessoa. Amar aqui eu não me refiro a paixão, note. Amar no sentido de se importar, de querer o bem sempre, de se encantar com os mínimos detalhes e outros mimimis. Ah, e meu aquário no facebook foi abandonada há anos, sendo que foi o primeiro joguinho que eu usei lá. MFGMFGMF. LEMBRA MAAAH? Você e a mania cruel de esconder o Baú do Tesouro. Enfim. O que me faz forte? Filosofia de vida. Mas o que me pega toda vez que eu caio? Ele. Toda vez que algo falhar, que nada parece claro, que o mundo se fecha e eu fico com o emocional bichado, é ele quem não precisa fazer mais do que me abraçar pra me ajudar em tudo.

Sem brincadeira, enquanto você dormiu lendo o mundo de sofia, eu devorei cada página com uns 12 anos de idade. Assumo que em certas partes fiquei impaciente, MAS EU TINHA DOZE ANOS. E acho que a disposição dos textos que causou isso. Enfim. SÓCRATES. Σωκράτης. Redigido por Platão, minha felicidade em papel. Exagerei. Mas filosofia sempre foi minha religião, mesmo quando eu não fazia idéia do que era. A raça humana usava o cristianismo como base, para aliviar o medo da morte entre outras coisas, e então aqueles que precisavam de algo mais sólido, algo mais real...

Estoicismo. É uma doutrina filosófica, eu chamo de religião.

Parabéns, eu nunca disse isso pra ninguém antes. Só "Eu acredito na natureza. Ela é a força maior. É o que eu acredito." Enfim, falei falei e ainda não cheguei no ponto do que me fez em cacos, durante todo esse tempo.

Essa é a parte simples.

Inocência. Bondade. Companheirismo. E essas coisas que normalmente fingem ser, e quando são passados pra trás antes de passarem pra trás ficam 'ah, mimimi, falsos, chorei rios.'
Eu nunca fiz isso. Quando seguem em direções opostas a mim, eu aceno, com um sorriso, e desejo o melhor. Não estou me fazendo de santa porra nenhuma aqui, é simplesmente o que eu sou, o que eu acredito. Não dá pra carregar cada pessoa que um dia diz oi pra você pro túmulo. Aliás, não dá pra carregar ninguém pro túmulo.

Inocência. Repare que se você chegar e disser "INVENTARAM A CURA PRA AIDS, A ÁFRICA ESTÁ FINALMENTE SEM CASOS DE FOME E O BRASIL AGORA TEM UM GOVERNO TÃO JUSTO QUE O SALÁRIO MÍNIMO DE TODOS OS CIDADÃOS VAI SER 6.000 REAIS!" eu vou acreditar. Exagerei? Um pouco. Mas de cara, eu acredito. E ainda vou dizer 'Nossa, como isso não apareceu no estadão?! Leio todo dia pelo celular...', até que eu vou me tocar que é um brincadeira, e você, como muitos outros antes, vai estar só me sacaneando. Ok, se você tirara parte do Brasil, vai me enganar por mais tempo.

E como saber quando é confiança e quando é inocência? Eu nunca tinha pensado nisso antes. O que é confiança? Se for acreditar cegamente em qualquer baboseira, eu tenho isso, e se tenho. Mas isso soa mais com inocência, aquilo que eu tenho quando alguém chega com uma notícia bombástica que nem a citada de exemplo acima. Eu confio porque quero confiar. Eu confio porque é mais agradável do que duvidar? Eu confio porque não gosto de perder tempo. Mas eu não confio em qualquer um, não mesmo. 5, chutando alto. 1 tem minha total confiança, e eu nem sei como aconteceu, vim a entender depois, aos poucos... E é confiando cegamente que, quando qualquer besteirinha, ideia cabeluda e coisa do tipo aparecer, esse meu mundinho vem abaixo. E então vem tudo, tudo que eu devia ter pelo menos feito uma segunda pergunta, refletido mais um pouco, e essa beteirinha vira um furacão. Ou um dinossauro, melhor. Um MetalTyrannomon, mais ou menos. Ai que entra o grande amor da minha vida. Ele sorri, limpa minhas lágrimas, e diz: "Eu te amo. Mais do que tudo. Só você." E o mundo volta a parecer um ótimo lugar pra se viver.

Mas, família, não minta, nem que seja a menor das mentiras, nem que seja pra esconder que entrou no meu quarto e derrubou meu bico de pena no chão sem querer. Mentiras destroem a minha vida, e não de qualquer pessoa, mas de vocês, que são o meu lar. A minha base. E você, que recebeu o poder de ter todo o meu afeto, carinho, atenção, fidelidade e cia, minta menos ainda. É claro que você, o meu amorzão, me contou tantas verdades que eu não duvido de uma sílaba dita pela sua boca, eu jamais conseguiria duvidar de alguém que me tratou como você desde o princípio e cada vez mais confiei em ti, mas qualquer mentirinha que seja... Pode ser pior que o MetalTyrannomon. HUAHAUA Eu comecei a viajar? É que a tristeza passou.

É, passou e foi embora, bem que tentou olhar pra trás, e eu ri, de costas. Ela é a insegura, e não eu. Ela que precisa se alimentar de mim, e não eu dela. Tadinha, ela nunca resiste a um abraço seu. E o que eu posso fazer? Agradecer, como sempre. Por ser, além de tudo que já é, meu herói.

Eu nunca achei que fosse precisar de um, mas estou eternamente grata por ter você.

Hoje eu estava voltando de ônibus pra casa, depois do cursinho, e uma senhora entrou nele, vendendo balas. Halls. 1 real. Ninguém deu a mínima atenção pra ela. Eu devia ter feito o mesmo, porque parando no fato dela ser uma senhora eu já estava horrorizada. Aqueles ônibus bem delicados, sabe, que andam devagarzinho e vazios. HAHA
E, pra melhorar, notei que ela não tinha visão. Os olhos claros pareciam marejados, pela 3 vez que ela repetiu a fala, pedindo para colaborarem com ela, e eu já tinha arrancado a língua fora pra não chorar. O que ela fazia ali? Que tipo de monstro faz isso com uma senhora, que além de tudo é cega? Humanidade? Cê tá de brinks comigo, isso não é nada humano! Político enchendo o rabo de dinheiro, e...

Eu sei que não tenho como saber da vida de ninguém, eu sei que nada é sempre o que parece, mas eu cansei disso, cansei de ver toda essa injustiça e não poder fazer nada além de chorar. Eu me sinto mais fraca ainda chorando, um bebe mimado. Mas eu choro de raiva, raiva por ver o que o ser humano faz com si mesmo e com os outros, raiva dessa maldita desigualdade desnecessária, raiva de impostos que não deveriam ser cobrados já que tudo que compramos já é taxado antes, raiva de não ver esse dinheiro em lugar NENHUM, raiva por não entender porque são TÃO gananciosos que não sobra um pouco pra melhorar esse país. Raiva porque tudo começa na educação, e isso é exatamente o que essa democracia menos dá. Raiva desse POVO que não EXIGE seus direitos, que não se revoluciona, que não coloca esses merdas pra baixo! QUANTOS NÓS SOMOS MESMO?

Ah, eu já cansei de pensar nisso também, cansei de falar pra parede. Eu já sonhei em poder fazer algo pra esse país, mas pelo jeito, só tacando uma bomba atômica mesmo, porque educação... Só quando for extremamente necessário pra eles.

E você, que se importa em ter um Ferrari ou o carro do ano, drop dead, right? :)

Obrigada por não lerem, eu agradeço do fundo do coração,
Roberta Cintra.

p.s. pós comentário da Mah: Eu sei bem que você não fala nada, precisa fazer um ritual todo pra arrancar alguma coisa de você u-u e eu não curto tanto assim incomodar HUAHAUHA pior que ti, só teka-maria! mas é uma daquelas ocasiões em que o silêncio é muito melhor que qualquer papo furado sobre perguntas sem sentido. Pessoas assim não caem do céu todo dia. Só de sexta feira treze quando a lua alinha com júpiter (?) HAHAHAHA nem sou engraçada. Enfim, te odeio por não estar comigo no etapa, um beijo ;*

domingo, 13 de março de 2011

O que você faz quando ninguém está olhando?

Um fato engraçado me ocorreu ontem a noite, quando passava os canais da Net e por muita ventura esbarrei em Desventuras Em Série. O que Lemony Snicket acharia funesto, eu achei maravilhoso. Lembrei cada detalhe da saga, senti o coração mais leve... Ah, a saudade! Como queria reler esses livros. Cada detalhe, que saudade. Violet, a inventora. Klaus, o rato de biblioteca, meu bookworm favorito ♥. E a Sunny... Uma exímia mordedora. HUAHAUA vai rindo! Ela é de fatal importância na série. Sabe, não duvido nada que eu teria vendido meu Super Nintendo se meu pai tivesse dito "O quê, vão ser mais de 10 livros?? Não compro nem ferrando!" UAHUAHUA Ok, eu jamais faria isso, mas lembro de cada moeda que guardei pra comprar esses 13 livros... O combinado era 3 livros por mês, mas na época eu tinha tempo, logo, 3 livros não davam nem pra duas semanas... E Desventuras ainda, em uma semana dava pra ler 3 fáçim. Aí eram os lanches economizados, um mês sem comprar adesivos ou figurinhas... HAUAHUA Ah, eu tive A infância. Pra mim, é claro. Alguém como eu não poderia pedir uma infância melhor.

E no meio dessa avalanche de memórias, lembrei de algo tão... pessoal. Não pensem besteira.
Eu peguei a mania de prender o cabelo com uma fita preta, toda vez que ia desenhar, ler ou escrever. Não era inventora como Violet, não de mecanismos, mas considerei escrever e desenhar minhas maiores invenções. Então, no silêncio no quarto, eu prendia o cabelo como ela e passava horas... E quando saiu o filme, aaah, sempre imitava o penteado dela quando podia, e adorava! Acho que foi a primeira e única personagem pela qual eu me apaixonei tanto a ponto de querer ser igual. Sim, eu queria ser Violet Baudelaire, com sua fita de cabelo e suas invenções. E isso eu jamais quis de nenhum outro personagem. Eu me via nela, e não sei ainda dizer o porque...

Ou talvez até saiba, mas apesar de falar muito, tem certas coisas que eu não digo sobre mim mesma. Já devo ter dito aqui, "Qual a graça, afinal, se você dá um manual para saberem como agir com você? Assim fica fácil. E ridículo."

Então, agora começa de verdade meu inferno de 2011 (:
Recente desistente de Letras na FFLCH, agora em dúvida com Design na FAU...
Pelo menos dessa vez eu não estaria desistindo da FAU em si, não é.
E o que será?
Vejo que terei que resgatar meu laço preto.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Qual é o seu nome, bixete??

- Cara de perdida, a pastinha na mão, acompanhada pelos pais... Eu conheço os sinais, já estive ai. - Disse a primeira veterana a encostar os dedos sujos de tinta na Lu, ao ser questionada pela tia Li. "Como você soube que era ela? Foi direto..."
E quantos "Bixete?" ouvimos? Resposta feita, "Não, a fotógrafa particular." e "Não, a irmã mais nova." E a Lu, quando não estava tendo o rosto pintado ou tendo que responder que o nome dela era Bixete Burra, dizia "Não, ela é Pró-Bixete!"

Vi pessoalmente as famosas camisetas da ECA, e elas me fizeram lembrar de quando entrei nessa comunidade: NO STRESS... FUVEST tem todo ano... Pois é, lema de vida desde quando percebi que tinha um TCC pra fazer sozinha e um ensino médio pra concluir x) E o lema continua pra esse ano, sim sim :) 'No stress' não é 'não estude', é não estresse, oras. HAHAHA Pois é, agora que fiz a besteira de entrar na FAU, e rodar a FAU, e conversar com um professor bacanóide da FAU, decidi que quero mais que tudo, e foda-se o que dizem, a linda da FAU, FODEU, to pensando em começar a tomar calmante agora já :) -n Me controlarei. MAS O QUE É AQUELE PRÉDIO, QUASE ME CONVERTI PRA ARQUITETURA, VAI SE FODER!

Era só o que faltava, mudar pra arquitetura agora, UAHUAHUAHUAHUAHUA (y)

Melhor mesmo foi a Luísa, me chamando pra Audiovisual. Tipo, q. Só porque é na ECA, HAHAHAHA Quase quando minha mãe fala 'Por que você não presta Letras?' AAAAAAAAAAH MÃE, LETRAS EU TINHA PRESTADO AGORA E TAVA LÁ, PORRA. Não vou estudar um ano pra prestar Letras! 9878698795 vagas, podiam emprestar umas 100 pra Design. Anyway, não quero Letras, e fucking ponto final. Gostar eu gosto de muita coisa, e nem por isso quero todos as faculdades existentes sobre no mundo. E sério que tem matrícula da UFSCAR, UNIFESP, e outras Uwhatever na USP? Tipo, q 2. Tá que lá é grande, mas, deprimente ._. E qual é a graça de ir fazer a matrícula num lugar que não vai ser onde você vai estar se matriculando? Me fiz entender ou compliquei a compreensão complexa? ¬¬

Então, apaixonada pelo prédio da FAU, aqui eu me despeço, esperando que esse ano seja decisivo e que toda a força que eu tenho seja a necessária pra realizar esse sonho.

A cara da tia Li diz TUDO! FO-DA.

Frase mais sábia escutada na ECA: "Corta fora o cabelo do mécflai!"
Frase mais sábia escutada na FAU: "Nós somos muito mais legais que eles."

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sexta.

Hoje é um daqueles dias que ao acordar, parece que acordo pra realidade, na verdade. Não sei, poucas horas de sono, meia hora enrolando pra se levantar, tentativas frustradas de se arrumar que acabam sempre na cama, jogadas. E então, correria, se atrasar, jamais! E no meio do despertar da correria, me ocorreu o que eu sabia tão bem antes; estou nisso pela experiência. Eu amo o que faço.

Eu sou, sem dúvida, uma das poucas pessoas que têm como primeiro trabalho aquilo que escolheram pra vida. Não, não pretendo desenhar interfaces pra web eternamente, mas qualquer coisa nessa área louca e maravilhosa que eu escolhi me aventurar me faz feliz.

Pois bem, não me atrasei, saí 10 minutos mais tarde e cheguei no horário.

Sorte? Talvez eu seja uma filha da puta sortuda da vida, não sei. Não acho que seja sortuda, sinto como se cada grama de sorte fosse paga com pelo menos 5 gramas de esforço. Já acreditei muito naquela filosofia "Quando muitas coisas boas acontecem, muitas coisas ruins estão por vir." Ultimamente, não. Ultimamente eu deletei isso da memória, simplesmente vivo, não penso. Sou intensamente feliz e intensamente triste. Por motivos óbvios ou inexistentes, deixei de cobrar essas justificativas de mim mesma.

Intensidade. Não seria essa a melhor palavra aqui?

Até aquela que me conhece melhor, apesar de muitas vezes falhar em suas deduções, diz isso de mim. Intensamente. Claro que ela diz como se fosse ruim, mas, pelo menos a minha vida não seria viva se não tivesse toda essa intensidade que tenho. Aliás, se alguém nesse mundo tem o direito de me julgar, até mesmo estando errado, esse alguém é ela. Minha mãe. O resto, sinto muito, mas não vai ter metade do efeito das palavras dela. Até mesmo quando errôneas.

O fato é, hoje eu acordei pra ser feliz. Esses últimos dias se arrastaram com uma dificuldade que eu não entendo, e nem quero entender. E deixou feridas que eu não verei, que elas se virem sozinhas, que se curem ou não. Hoje, elas não vão me incomodar. Agradeço por escolher tal dia, de fato não houve dia melhor pra isso essa semana, nenhum dia que eu precise tanto dessa força quanto hoje.

Por mais forte que eu seja, isso não significa imunidade.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Sinos de Natal

Então, hoje é o dia o dia é hoje e logo vamos estar minha família eu e meu amor no carro, indo passar um final de semana só de alegria e comida e presentes na chácara do irmão do papai (:
Então, hoje é mais um dos dias que cerca de um ano atrás eu não via a hora de acontecer, porque pra mim, com 3 meses, 6, 9 ou um ano, o sentimento foi sempre o mesmo, e te querer sempre por perto é o mínimo - desde sempre.
Tendo papéis assinados, as pessoas aceitando ou não, nunca precisamos convencer ninguém mesmo pra sentir isso.
Um muito feliz natal, com muitas risadas, carinho, ternura, comida e presentes pra TOODOS vocês!
Seus lindos. HUAHAUHAUHUA

De quem nunca desejou o mal de ninguém,
Roberta G. Cintra

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

OMG! Xmas time ♪

Até ontem, sei lá, dia 22...
Vejo hoje, e tem um 23 bem significativo no meu celular.

VINTE E TRÊS.

O que significa que, amanhã, nesse horário, eu vou estar ajudando a arrumação aqui em casa pra colocar tudo no carro e... Interiorr, bicho! Chácara do Tio Chico, ae! Que nem ano passado, com alguns extras. HAHA
O que eu amo mais que cereja?
tá, tem alguém que eu amo mais do que tudo nessa vida junto, mas...


Ai, pra quê eu fui jogar 'cherry' no Google, pra quê? x-x
Bom, que eu sou viciada não é novidade, muito menos pros queridos aqui de casa, então tem um belo pacote na geladeira, só pra mim, lalala, que compraram pra eu comer ANTES do Natal. OVERDOSE, HERE I GO ;*

E esse sorriso que não sai do rosto por nada? ah...

and I love you more than everything <3

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O post anterior é muito mais LEGAL (:

Então, agora eu irei falar sobre:
Há tantas, mas TANTAS coisas que eu possa falar sobre isso, que vou optar pela melhor delas: Não falar.
Vocês fazem muito bem sozinhos o que eu com muito trabalho não conseguiria.
Então, divirtam-se!
Essa é pra todos. Até mesmo para os que eu não imagino o motivo pra ser. E até eu, que não suporto essa palavra mais que tudo na vida, devo ter algo pra refletir sobre ela.

Vou estar refletindo ;*

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

obladi

Eu nunca sei o que fazer, sempre acabo apenas rindo. Rindo demais. Mas tanto, que eu chego a me sentir mal. É deplorável, e o que eu posso fazer? Escrever cartazes? Organizar passeatas? É só o que me falta.


Quando essa gente vai entender que eu te amo, eu não sei. Mas que eu te amo, cada vez fica mais claro.
É claro que elas não sabem da metade, então como?


if they new a half about it, they would see it
just wanna feel your arms around me, and your voice in my ear telling me this is over.

domingo, 19 de dezembro de 2010

escrevi muito

escrevi a alma, lotei folhas e folhas em branco, e continuo, e não acaba mais. vou esvaziar canetas desse jeito, e não sabem o quanto isso me deixa feliz. agora o que vai esvaziar primeiro é isso aqui, porque nada do que eu escrevi ali pode ser publicado sem ser mal entendido.


eis, agora, o meu filtro, que vai esvaziar essas páginas, já que não há quase nada que possa ser escrito sem ser mal interpretado.


não vistam carapuças sem eu dar os nomes, por favor.

domingo, 12 de dezembro de 2010

I did it my way.

Eu realmente não soube por onde começar esse post.
É, muito provavelmente, a quinta vez que abro essa página sem saber ao certo o que escrever.
O que falar? Tudo?
Tanta coisa...
Sabe o que é uma reviravolta? Foi o que eu tive essa semana. Fim de TCC, fim de amizades, começo de emprego (amanhã!), sem férias pós conclusão do ensino médio... Eu fiquei um pouco desnorteada. Só isso.
É aquela voz egocêntrica gritando "liberdade! liberdade!" dentro da minha cabeça
Não sei, mas quero descobrir.

Assim como 1 ano, 3 meses e 8 dias atrás eu quis.
Disso eu nunca vou me arrepender.

Like Frankie said, I did it my way. I just wanna live while I'm alive, It's my life ♪

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Fly, blackbird

Vinha apressada, naquela fúria das 7 horas da manhã, correndo para não se atrasar, sem sorrisos.
Quantos não são assim na cidade grande? E, atualmente, até fora dessa.
Andava com aquele meio olhar; meio vendo por onde passava, meio vendo pra onde ia.
Algo chamou sua atenção no asfalto molhado, algo um tanto amarelo demais que destonava daquele cinza quase preto.
Ela parou quase em cima, torcendo para não assustar o pequeno pássaro, que deu voltas na sua frente antes de decidir pra qual lado ia.
Ela soltou uma risada divertida no meio daquela manhã nublada enquanto o pássaro amarelo voava para longe.
E quantos outros o fazem hoje em dia, num ato puramente instantâneo, uma única risada solitária e sincera?

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

such piece of mind it is

No escuro do quarto 
vejo a luz da câmera acender a apagar 
enquanto ela carrega... 
Um belo jeito de cair serenamente no sono, 
não é?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Que coisa,

eu tenho essa mania, sabe, e ela não vai embora. mania de decidir parar com algo, mudar a atitude em relação à isso, e em menos de um dia me ver cometendo o mesmo erro*. digo erro porque decidi que não era o certo, e não porque você provavelmente vai ver isso assim também. se soubesse do que falo, é claro. e provavelmente não é nada que você possa pensar, nem você. não, disso só eu sei. ual, choque. é, eu guardo algumas coisas pra mim, mesmo conhecendo pessoas (ou pessoa) que me fazem sentir à vontade a ponto de, as vezes, comentar sobre essas coisas tão particulares, tão desnecessárias, tão... e agora eu já não sei mais o que eu decidi por certo ou errado, porque se fosse mesmo um erro, eu faria inconscientemente? faria feliz e alegre? faria?
não é nada que vá me fazer mal, não é.
não é.


virou o tênis favorito! por que será, né...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Metallica, uma segunda chance?



Meu corpo já está vibrando, e essa felicidade quase estranha invadiu minhas veias...

É, isso se chama: Possibilidade de dar certo me deixando louca.

É, eu lembro de como foi essa sensação o ano passado, e acabou dando num belo trauma (:

Será que dessa vez nem a distância me atrapalha?


Rock in Rio 2011 - 25.09.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Coisas pra ignorar.

Sabe? Ah, você sabe. Eu sei que sabe. Todos sabemos! Mas têm aqueles que gostam de se enganar, é verdade. Ou de tentar enganar os outros, não importa.
Mas vou desmarcarar aqui, as maiores mentiras ditas para ser quem ninguém é.


1. "Eu já superei você, hahaha!"
Por onde começar? Simples, quando você realmente supera alguém, você não lembra que existia algo para ser superado, você nem lembra que existia alguém :)
Contradições humanas...


2. "EU NÃO ESTOU BRAVO!"
Bem, se você realmente não estava bravo antes de dizer isso, devo comentar que ao dizer ouve uma pequena, leve, alteração no seu bom humor magnífico. CALMA, CALMA, E NÃO QUIS DIZER QUE VOCÊ ESTÁ BR...
Causa mortis: asfixiamento. 


3. "Eu não preciso dar satisfação da minha vida pra ninguém."
Note que, as palavras dispostas dessa forma em uma mesma frase compõem algo que os sábios chamam de Justificar, ato mais conhecido como... Dar satisfação.

Apenas note.


4. "Eu não preciso de ninguém, pessoas são altamente descartáveis."
Só um comentário: Forever alone. EHEUHEUEHEUHEUHEUEHUEHEUHEUHEUHEUHE
A frase em si estaria ok, o problema está em que todas as pessoas que dizem isso, o que fazem quando estão tristes? Pedem consolo. Elas reclamam de ficar sozinhas, amam atenção, odeiam perder um follower...
E ficam horas reclamando daquela pessoa que não dá mais bola pra ela.
O fato é que: São pessoas que apenas não encontram alguém que as aguente incondicionalmente, e preferem dizer que acham as pessoas descartáveis demais.
HAUHAUAHUAHUA apenas porque são altamente descartáveis.


5. "Eu odeio a minha vida!"
Béhhhh, mentira! Se você realmente a odiasse, não estaria vivo, não teria medo de ser assaltado, atropelado, blablabla...
E você sabe que sempre tem alguém pior que você, né.


6."Eu não julgo as pessoas."
E então mal passam cinco minutos...
"UOU, NOSSA, olha aquela gorda-virgem-tonta com a bolsa toda florida e a saia verde... argh, que brega!"
Rs.


7. "Vou ali nerdar, já volto."
É MENTIRA! QUANDO VOCÊ COMEÇA, VOCÊ NUNCA PARA. RISOS
PORQUE NÃO TEM NADA DE ERRADO COM O QUE CONSIDERAM NERD, E NO FUNDO, TODO MUNDO GOSTA! E QUEM NÃO GOSTA... normalmente não merece respeito.
E ouve funk.
1º: Nerd não é verbo, bem. É ser ou não ser.
2º: PORRA, DIZ O QUE VAI FAZER E PONTO! NÃO DIZ 'NERDAR', NÃO FAÇA A PALAVRA 'NERD' PARECER ALGO ESTRANHO, INCOMUM, OU ATÉ MESMO RUIM!
3º: não finja ser algo, apenas goste do que gosta e que pensem o que quiserem.
4º: não diga que ama nerds, ainda mais se for uma das garotas que zoam as pessoas da sala que estudam. Beijos (:
Eu ♥ Pessoas que gostam do que querem gostar, sem se importar com o resto.


8. "Não é nada!"
E a verdade é que nada é uma palavra esperando tradução.
As vezes não se sabe o que dizer, se é seguro dizer, não há conforto em dizer...
Ou é apenas muito confuso pra dizer.


9. "Eu sou católico."
E essa deve ser a maior mentira do século, tanto que ninguém diz por vontade própria.
HAHAUHAUAHUA




Mais alguma super mentira pra acrescentar?
São TANTAS, heeeeehehehehe
;*

sábado, 6 de novembro de 2010

Um conto que eu irei me arrepender de colocar aqui se alguém ler, mas estou ignorando isso agora. Não estranhe se esse post sumir misteriosamente.;*

Estou quase desistindo. Dor de cabeça fodendo com a minha vida e os meus trabalhos. O que fazer? Se eu desanimar mais 0,00000001% vou pra cama vegetar até dormir. E me acordem só depois das 10h.


Prendi o cabelo num coque malfeito, independente da minha boa vontade esse era o máximo que eu conseguia de um coque. Coloquei o óculos e puxei uma garrafinha de água.
Abri a janela e deixei o vento cortante da noite bater em meu rosto.
Beber para pensar, não é o que todos fazem?
Água era o meu whisky. Eu até colocava ela em um copinho com gelo às vezes.
Copo de whisky, sim senhor. Sendo alcoólico ou não, teria o mesmo efeito desejado por mim.
Apenas pensar.

Observava estrelas quando senti um beijo ser depositado em minha nuca.
- O que foi, neném?
Sorri.
- Só pensando.
Virei para vê-lo, e seu tronco descoberto arrancou um suspiro de mim.
E mesmo cansado de saber os efeitos que tinha em mim, ele perguntou:
- O que foi isso?
Sorri torto para seu sorriso maroto.
- O que você acha?
Rolei os olhos.
Ele riu.
- Linda!
Rolei os olhos de novo. Descabelada e de óculos, linda? Tá.
- Vamos, vamos... Agora tô cansada.
O empurrei carinhosamente pra trás, até chegar na nossa cama.
- Agora? Então antes você não estava?
Ele me puxou junto quando caiu na cama.
- É. Por isso fui pensar, pra ficar cansada.
Beijei seus lábios e rolei até o meu lado da cama. Não que tenha rolado muito, a cama não era nenhuma king size.
Ainda bem, detestava me sentir sozinha na cama, e isso é tudo que aquelas kings ofereciam.
Eu realmente detesto a sensação de estar sozinha a noite.




Isso aqui em cima é algo que eu sou insegura (:
Insegura não significa que eu não ame escrever e até goste do que sai. xx

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

E por falar nas flores

já que foi o post anterior foi um momento de verdade absurda, aquelas que normalmente não são admitidas por nós mesmos, vou completar; não é uma necessidade aleatória, a única atenção desejada aqui é a sua.E nem sei se 'atenção' é a melhor palavra pra isso. Companhia seria uma mais adequada.




terça-feira, 2 de novembro de 2010

Mess.

Eu realmente queria poder sufocar essa saudade.


Mas, fazer o quê? é sempre o contrário.

A danada que vem me sufocar, ao menor indício de que você vai me abandonar.
  
Mesmo que só por algumas horas.
  
Eis que descubro algo novo sobre mim; sou dona de uma necessidade absurda e doentia de atenção.
 
É isso. Xeque Mate, Roberta!
 
E então me recordo de muitas outras vezes em que cheguei nessa mesma descoberta desgastada.
 
Sim, desgastada. Muitas foram as vezes em que percebi essa doença, sem cura, um defeito do qual eu não conseguia fugir.
 
Então o escondi. Todas as vezes, assim que notado sua imortalidade em mim, eu o escondi.
 
Condene-me, também posso ser fraca.
 
Mas a dor de ser tão dependente talvez seja a pior na vida de quem vive pela independência.

E na verdade uma bela cura seria apenas não ter que sentir tanto a sua falta o tempo todo sem você.




xx